LOTE LIMITADO
o mapa do Trauma:
IFS e Gabor
POR DRA. SOFIA BAUER
O QUE VOCÊ VAI RECEBER
Dia 20 | segunda-feira
às 19h
inclui gravação
INVESTIMENTO SIMBÓLICO
Você sabe a teoria do trauma. Mas trava na hora...
Ela senta, cruza os braços e fala — os olhos enchem, a voz baixa, algo foi tocado. Você pergunta como ela está. Ela diz que está bem.
O problema não é que você não viu. Você viu. O problema é que não soube o que fazer com o que viu.
Você vê o sinal no corpo do paciente — mas na hora, o que exatamente você diz?
Por que o mesmo paciente volta, semana após semana, com a mesma dor intocada?
Como aprofundar esse sinal sem que o paciente dissocie ou feche de vez?
O paciente não está quebrado: está organizado em torno de uma ferida
Dra. Sofia Bauer traz Richard Schwartz e Gabor Maté juntos porque, isolados, cada um resolve apenas metade do problema.
Schwartz oferece o mapa: as partes, o Self, a lógica interna de cada configuração psíquica. Maté oferece o território: o corpo, o sistema nervoso, o lugar onde a ferida ainda mora.
Diante de um padrão que se repete há anos, o terapeuta precisa dos dois ao mesmo tempo — não de um ou de outro.
O trauma não é o evento — é o que acontece dentro do organismo quando o evento não pôde ser processado, e o organismo o repete.
Conteúdo para integrar à postura clínica
Manter os dois juntos muda a escuta: você para de perguntar o que aconteceu e começa a perguntar o que faltou. Para de seguir a narrativa e passa a seguir o sinal que o corpo está dando.
De Schwartz vem a certeza: nenhuma parte é inimiga — a que intelectualiza protege. De Maté vem o corpo — a pressão no peito não é metáfora, é registro físico de algo grande demais para ser processado sozinho pelo organismo.
O que o terapeuta leva ao final: a capacidade de distinguir, dentro da própria sessão, quando uma emoção é porta de acesso e quando é desvio defensivo — e de nomear uma parte protetora sem confrontá-la, permitindo que ela relaxe o suficiente para que o Self apareça.
É a diferença entre reconhecer o sinal e saber exatamente o que fazer com ele, questão que a maioria carrega em silêncio mesmo depois de anos de prática.
Nenhum paciente está quebrado — todos estão organizados em torno de uma ferida que ainda espera resposta.
Tópicos-Chave da Maestria
O que esta Maestria oferece
1
Os sinais corporais de uma parte ativada
Antes de qualquer intervenção, é preciso reconhecer o momento em que uma parte traumatizada foi ativada: a voz que trava, o tremor nas mãos, a respiração presa, o olhar que se afasta enquanto o assunto fica mais carregado. Esses sinais passam despercebidos quando a atenção do terapeuta fica presa à narrativa.
2
Schwartz: partes internas e o Self
Para Schwartz, a psique não é uma unidade — é um sistema de partes, e cada parte, por mais destrutiva que pareça, tem uma função protetora original. O Self é a parte capaz de observar todas as outras sem se fundir com nenhuma delas. O trabalho clínico não é eliminar partes, mas relacionar o Self com elas.
3
Gabor Maté: o trauma que mora no corpo
Para Maté, o trauma não é o evento em si, mas o que acontece dentro do organismo quando esse evento não pôde ser processado. A pressão no peito, o tremor, a garganta que fecha não são metáforas — são o registro físico de um momento em que o sistema nervoso ficou sozinho com algo grande demais para ser regulado.
4
O Inquérito Compassivo, passo a passo
O Inquérito Compassivo é um protocolo estruturado que conduz o paciente do sinal corporal presente até a origem da experiência, em movimentos com tempo clínico definido — sem perder o paciente pelo caminho nem transformar a sessão numa investigação fria. A aula ensina cada movimento, com tempo e frase-modelo.
5
Como adaptar a entrada a cada paciente
Nem todo paciente entra no protocolo da mesma forma. O hipervigilante, o congelado e quem usa a emoção de forma defensiva pedem portas de entrada diferentes na abertura da escuta — usar a mesma abordagem para os três é o erro mais comum de quem aprende a teoria sem aprender a variação clínica que cada perfil exige.
6
As contraindicações da escuta compassiva do Gabor
O Inquérito Compassivo deve ser evitado em crise aguda, quando o paciente ainda não tem um recurso mínimo de regulação, nas primeiras sessões antes de haver vínculo suficiente e quando faltam menos de quinze minutos para o encerramento da sessão — iniciar sem tempo de fechar o ciclo deixa o paciente exposto.
Dra. Sofia Bauer não resume Schwartz e Maté — ela mostra onde os dois modelos se encontram na prática. Schwartz explica a lógica das partes; Maté explica por que essas partes ficam ancoradas no corpo. Sozinhos, cada um resolve metade do problema. Juntos, formam o mapa completo de um paciente que repete o mesmo padrão sem entender por quê.
Conhecer a teoria das partes e a teoria do trauma no corpo não garante saber o que dizer quando o sinal aparece na sessão. A diferença entre os dois está no gesto exato — a frase certa, no segundo certo, sem quebrar o que acabou de se abrir.
Ele não está quebrado — só espera ser ouvido no corpo e na fala.
Aplicáveis na próxima sessão
3 Práticas Clínicas Concretas
Três ferramentas para aplicar já na próxima sessão — cada uma resolvendo um impasse clínico específico que aparece o tempo todo e raramente tem resposta pronta.
Inquérito Compassivo
Conduz o paciente do sinal corporal presente até a origem da experiência, sem que a sessão volte para o cognitivo antes da hora. Para usar quando ele trava, chora ou dissocia em plena fala.
Ancoragem no Self
Cria a distância interna exata entre o paciente e a parte que assumiu o controle da sessão — sem confronto e sem forçar um insight que ele ainda não está pronto para ter.
Rastreamento do Padrão Repetitivo
Liga o sintoma que insiste em se repetir — vício, reação desproporcional, comportamento que o próprio paciente não entende — à necessidade original que nunca foi suprida.
Na aula ao vivo, cada ferramenta é ensinada com o passo a passo completo, o tempo clínico de cada movimento e as frases-modelo prontas para levar direto para o consultório.
Para quem é esta Maestria
Esta Maestria é para você que vê o sinal no corpo do paciente e não sabe exatamente o que fazer com o que acabou de ver.
Para você que sente o mesmo paciente voltar, sessão após sessão, sempre preso ao mesmo padrão intocado.
Para você que já estudou trauma e a teoria das partes internas, mas trava na hora exata em que o corpo do paciente fala mais alto do que a fala dele.
Para você que confronta a intelectualização do paciente sem saber que está diante de uma parte protetora tentando, à sua maneira, ser compreendida.
Para você que quer unir a teoria das partes de Richard Schwartz e a teoria do corpo de Gabor Maté numa única prática clínica, coerente e segura.
O trabalho real começa onde as palavras não chegam.
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Dra. Sofia Bauer
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A Maestria é voltada para psicólogos, terapeutas e profissionais da saúde mental e emocional que desejam aprofundar sua prática clínica com embasamento teórico sólido e aplicação prática. Seja você iniciante ou experiente, o conteúdo é estruturado para oferecer valor real em qualquer estágio da carreira — unindo rigor científico com aplicabilidade imediata no consultório.
As Maestrias são desenhadas para atender profissionais em diferentes momentos da carreira. O conteúdo parte de conceitos fundamentais e aprofunda progressivamente, com linguagem acessível e aplicação clínica concreta. Você não precisa ter conhecimento prévio sobre o autor ou tema estudado — a Dra. Sofia Bauer conduz a aula de forma a contextualizar tudo o que é necessário.
Cada Maestria tem, no mínimo, 2 horas de aula ao vivo. Na prática, a Dra. Sofia Bauer costuma entregar ainda mais — aprofundando os temas, respondendo perguntas e garantindo que nenhuma dúvida importante fique em aberto. O tempo exato pode variar conforme o conteúdo e as interações ao vivo.
Não. Os autores referenciados em cada Maestria são os casos de estudo — suas obras, pesquisas e conceitos são a base do conteúdo apresentado. A condução da aula é feita integralmente pela Dra. Sofia Bauer, que realiza uma leitura clínica aprofundada e criteriosa do material de cada autor.
Sim. As Maestrias são desenvolvidas com foco em aplicabilidade clínica direta. Além do aprofundamento teórico, cada aula inclui práticas concretas que podem ser utilizadas nas sessões — com critérios de segurança, linguagem terapêutica adequada e orientação sobre quando e como conduzir cada intervenção. O objetivo é que você saia de cada aula com algo pronto para usar.
Sim. Após a conclusão da Maestria, você receberá um certificado de participação. Para obtê-lo, é necessário assistir à aula — seja ao vivo ou pela gravação — dentro das condições estabelecidas no momento da inscrição.
Sim. Toda Maestria é gravada e o acesso à gravação é disponibilizado para todos os inscritos. Você poderá assistir novamente quantas vezes quiser, no seu próprio ritmo, reforçando os conteúdos e práticas apresentados durante a aula.
Todos os inscritos recebem acesso ao material completo da Maestria: os slides utilizados durante a aula em alta resolução, além de outros conteúdos de apoio que forem utilizados ao longo da sessão. Tudo organizado e disponível para consulta sempre que necessário.
O acesso à gravação e aos materiais é vitalício — sem prazo de expiração. Uma vez inscrito, o conteúdo fica disponível para você por tempo indeterminado, para que possa revisitar sempre que precisar.
Sem problema. Você terá acesso à gravação completa da aula, com todo o conteúdo — incluindo as perguntas e respostas do ao vivo. Muitos alunos preferem assistir pela gravação para poder pausar, rever trechos e aprofundar o estudo no próprio ritmo.
Este curso/aula não é afiliado, endossado ou autorizado pelo autores mencionados ou por qualquer entidade associada a eles. O conteúdo apresentado é um resumo independente baseado em suas obras e conceitos, com interpretações e aplicações práticas desenvolvidas pelo(a) instrutor(a). Todos os direitos sobre os livros, conceitos e pesquisas originais pertencem aos autores mencionados e seus respectivos detentores de direitos autorais. Recomendamos a leitura das obras originais para um entendimento mais profundo de suas ideias.
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