LOTE LIMITADO
Dissociação
Complexa
e Fragmentação do Self
POR DRA. SOFIA BAUER
O QUE VOCÊ VAI RECEBER
Dia 17 | segunda-feira
às 19h
inclui gravação
INVESTIMENTO SIMBÓLICO
Você já leu tudo sobre dissociação complexa. Mas nenhum livro entra na sessão junto com você.
Na sessão, a voz segue estável, o relato segue organizado, as mãos se esfregam sem que ele perceba. Você reconhece cada sinal e continua ouvindo.
O que falta não é entender a dissociação. É a frase que interrompe sem que o paciente se sinta cortado.
O que você diz no instante exato em que o corpo do paciente contradiz o que a boca está dizendo?
Como interromper uma narrativa organizada sem que o paciente sinta que foi cortado ou invalidado?
Quando vem o “não sei”, você repete a pergunta ou reduz o que está pedindo ao paciente?
O corpo chega antes da história — e não passa pelo filtro da fala.
Janina Fisher, Pat Ogden e Stephen Porges descrevem a dissociação por três entradas distintas: as partes que coexistem dentro do paciente, o trauma inscrito no padrão sensório-motor e a leitura neurofisiológica de segurança e perigo.
Lidos em separado, cada um sustenta uma explicação consistente e nenhum entrega o gesto inteiro. Esta Maestria costura os três em uma sequência única de condução.
Quando você nomeia o que o corpo está fazendo antes de perguntar o que o paciente sente, vai direto à fonte. O corpo não filtra.
Conteúdo para integrar à postura clínica
O que os três compartilham é a recusa em tratar a fala como dado principal. Isso reorganiza a prática: a leitura clínica passa a começar pelo corpo, não pelo conteúdo que está sendo narrado.
Pat Ogden mostra que o trauma se armazena como padrão sensório-motor.
Janina Fisher explica por que a parte que narra e a parte que sente coexistem.
Stephen Porges define a ordem que torna a interrupção segura.
Ao final, você sai com resposta para uma pergunta que raramente é dita em voz alta na supervisão: o que fazer quando o paciente fala bem demais sobre a própria dor.
A aula entrega o momento de interromper, a frase que ancora sem confrontar, o que fazer quando vem o “não sei” e como reconhecer, ainda dentro da sessão, se a intervenção funcionou ou se aprofundou o desligamento — além das situações clínicas em que ela precisa ser guardada.
O que separa o terapeuta que entende de dissociação daquele que conduz dissociação é a ordem exata dos gestos.
Tópicos-Chave da Maestria
O que esta Maestria oferece
1
Por que a narrativa fluente engana o terapeuta
O paciente narra trauma com discurso articulado e tom estável, enquanto o corpo mostra ativação que ele não percebe. Essa fala já passou por um filtro; o corpo, não. Você entende por que o relato fluente é a versão editada e por que esperar que a narrativa chegue a algum lugar mantém o paciente fora do contato.
2
A base neurofisiológica de toda interrupção
O sistema nervoso escaneia o ambiente o tempo todo em busca de sinais de segurança ou perigo. Uma pergunta corporal repentina pode ser lida como ameaça ou como convite, dependendo de como chega. Você entende por que nomear antes de perguntar não é estilo clínico, e sim a condição que sustenta toda a intervenção.
3
A Interrupção Somática como gesto de entrada
O gesto que interrompe a narrativa intelectualizada e redireciona a atenção do paciente, no momento exato, para a experiência corporal presente. Você percebe a sequência interna que separa observar, nomear, perguntar, aguardar e sustentar o contato — e por que cada movimento tem função própria e não pode ser abreviado.
4
O que ajustar quando a intervenção não pega
Nem toda interrupção funciona na primeira tentativa. O paciente responde “não sei”, intelectualiza a sensação ou desconecta ainda mais. Você reconhece o que cada uma dessas respostas indica sobre o estado dele naquele momento e qual correção fazer em seguida, em vez de simplesmente repetir a pergunta e insistir.
5
O terapeuta como sistema regulador externo
Diante de um sistema nervoso desorganizado, o terapeuta funciona como regulação externa: presença estável e previsibilidade. Você entende como a sua própria ativação entra na sessão, por que o vínculo opera como sinal de segurança contínuo e o que muda quando você sustenta silêncio real em vez de preencher com explicação.
6
As contraindicações e os limites da ferramenta
Existem quadros em que levar a atenção ao corpo aprofunda o colapso em vez de aliviar: pânico visível, dissociação profunda, sessões iniciais sem vínculo, histórico de abuso em que nomear sensação reativa terror. Você reconhece cada uma delas e sabe qual abordagem usar no lugar, sem forçar o sistema nervoso do paciente.
Dra. Sofia Bauer não trabalha estes autores como conteúdo teórico a ser exposto. Ela conduz a leitura a partir do que acontece dentro da sessão: em que segundo interromper, com que frase, com que tom, quanto silêncio sustentar antes de falar de novo e como perceber, pela respiração do paciente, se aquilo funcionou.
Há uma distância larga entre compreender a neurofisiologia da dissociação e conduzir uma interrupção às quatro da tarde, com o paciente falando sem parar. É essa distância que esta Maestria atravessa, do primeiro sinal observado até o fechamento.
Teoria você já tem. O que falta é a condução.
Aplicáveis na próxima sessão
6 Práticas Clínicas Concretas
Cada prática vem com indicação de quando usar, condução passo a passo dentro da sessão e os sinais a observar no paciente para saber se a intervenção funcionou ou precisa de ajuste.
Interrupção Somática
Nomear o corpo do paciente antes de perguntar o que sente.
Nomeação de Sensações
Separa o estado presente da identidade fixa do paciente.
Janela de Tolerância
Lê em tempo real: paciente ativado, regulado ou congelado.
Ancoragem Sensorial
Pontos de contato com o presente que interrompem a queda.
Orientação ao Presente
Reorienta o paciente em tempo, espaço e corpo na sessão.
Fechamento com Reintegração
Encerra a sessão sem deixar o paciente em desregulação.
Para quem é esta Maestria
Esta Maestria é para você que já reconhece a dissociação na sessão e ainda trava na hora exata de conduzir a intervenção.
Para você que ouve o relato correndo solto e não sabe como interromper sem que o paciente se sinta cortado.
Para você que atende pacientes borderline e termina a sessão exausto, sem saber se o que aconteceu ali foi um avanço ou a repetição do padrão antigo.
Para você que já estudou trauma, dissociação e teoria polivagal, e ainda assim sai da leitura sem a frase exata para conduzir a sessão de amanhã.
Para você que não quer mais explicar ao paciente por que o corpo importa e quer conduzir o momento exato em que ele finalmente chega ao corpo.
O corpo chega primeiro.
Agora você saberá o que fazer com isso.
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Dra. Sofia Bauer
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A Maestria é voltada para psicólogos, terapeutas e profissionais da saúde mental e emocional que desejam aprofundar sua prática clínica com embasamento teórico sólido e aplicação prática. Seja você iniciante ou experiente, o conteúdo é estruturado para oferecer valor real em qualquer estágio da carreira — unindo rigor científico com aplicabilidade imediata no consultório.
As Maestrias são desenhadas para atender profissionais em diferentes momentos da carreira. O conteúdo parte de conceitos fundamentais e aprofunda progressivamente, com linguagem acessível e aplicação clínica concreta. Você não precisa ter conhecimento prévio sobre o autor ou tema estudado — a Dra. Sofia Bauer conduz a aula de forma a contextualizar tudo o que é necessário.
Cada Maestria tem, no mínimo, 2 horas de aula ao vivo. Na prática, a Dra. Sofia Bauer costuma entregar ainda mais — aprofundando os temas, respondendo perguntas e garantindo que nenhuma dúvida importante fique em aberto. O tempo exato pode variar conforme o conteúdo e as interações ao vivo.
Não. Os autores referenciados em cada Maestria são os casos de estudo — suas obras, pesquisas e conceitos são a base do conteúdo apresentado. A condução da aula é feita integralmente pela Dra. Sofia Bauer, que realiza uma leitura clínica aprofundada e criteriosa do material de cada autor.
Sim. As Maestrias são desenvolvidas com foco em aplicabilidade clínica direta. Além do aprofundamento teórico, cada aula inclui práticas concretas que podem ser utilizadas nas sessões — com critérios de segurança, linguagem terapêutica adequada e orientação sobre quando e como conduzir cada intervenção. O objetivo é que você saia de cada aula com algo pronto para usar.
Sim. Após a conclusão da Maestria, você receberá um certificado de participação. Para obtê-lo, é necessário assistir à aula — seja ao vivo ou pela gravação — dentro das condições estabelecidas no momento da inscrição.
Sim. Toda Maestria é gravada e o acesso à gravação é disponibilizado para todos os inscritos. Você poderá assistir novamente quantas vezes quiser, no seu próprio ritmo, reforçando os conteúdos e práticas apresentados durante a aula.
Todos os inscritos recebem acesso ao material completo da Maestria: os slides utilizados durante a aula em alta resolução, além de outros conteúdos de apoio que forem utilizados ao longo da sessão. Tudo organizado e disponível para consulta sempre que necessário.
O acesso à gravação e aos materiais é vitalício — sem prazo de expiração. Uma vez inscrito, o conteúdo fica disponível para você por tempo indeterminado, para que possa revisitar sempre que precisar.
Sem problema. Você terá acesso à gravação completa da aula, com todo o conteúdo — incluindo as perguntas e respostas do ao vivo. Muitos alunos preferem assistir pela gravação para poder pausar, rever trechos e aprofundar o estudo no próprio ritmo.
Este curso/aula não é afiliado, endossado ou autorizado pelo autores mencionados ou por qualquer entidade associada a eles. O conteúdo apresentado é um resumo independente baseado em suas obras e conceitos, com interpretações e aplicações práticas desenvolvidas pelo(a) instrutor(a). Todos os direitos sobre os livros, conceitos e pesquisas originais pertencem aos autores mencionados e seus respectivos detentores de direitos autorais. Recomendamos a leitura das obras originais para um entendimento mais profundo de suas ideias.
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